TUTORIAL: CALCULAR O PERÍODO FÉRTIL (PASSO A PASSO)

Sabem aquelas receitas com fotos, mostrando passo-a-passo o que fazer? Decidi fazer algo parecido mas com os cálculos do período fértil...
Eu sei que já temos bastantes posts aqui no FicarGravida.com sobre o assunto mas a verdade é que continuo a receber muitas mensagens com dúvidas sobre os cálculos! Então decidi escrever um artigo explicando tudo de novo para que consiga fazer o cálculo da sua ovulação, sem dúvidas nenhumas!
Dividi este tutorial em 4 passos:

  • 1º passo: verificar o tamanho do ciclo menstrual
  • 2º passo: determinar a data provável da ovulação
  • 3º passo: calcular os dias férteis
  • 4º passo: Só para ciclos irregulares

Por isso, encham o peito de ar, preparem o papel e lápis e mãos à obra!
Nunca é demais dizer que, se não está a pensar engravidar, estes não são métodos seguros para evitar uma gravidez! Use um método contraceptivo realmente eficaz.

1º PASSO: VERIFICAR O TAMANHO DO CICLO MENSTRUAL

O primeiro passo é verificar qual o tamanho do seu ciclo menstrual. De acordo com a extensão do ciclo é que vamos poder determinar quando é o dia mais provável para a ovulação e, consequentemente, calcular os seus dias férteis. Para determinar o tamanho do ciclo, devemos analisar as últimas datas da menstruação. O ciclo menstrual vai do primeiro dia de menstruação até ao dia anterior à menstruação seguinte.
Vamos a um exemplo: imaginado que a sua menstruação veio no dia 23 de Janeiro e depois regressou a 17 de Fevereiro (CASO A). O 1º dia de ciclo será o dia 23 de Janeiro e o último será o dia 16 de Fevereiro. Não contamos o dia 17 de Fevereiro porque esse é o dia em que a menstruação regressa, logo é o 1º dia do ciclo menstrual seguinte. 
Teremos que contar o ciclo desde esse 1º dia (23 de Janeiro) até ao último (16 de Fevereiro). Se fizer as contas verá que são, no total, 25 dias. (Contou? Experimente fazer as contas para perceber melhor e seguir com certeza todo o procedimento de cálculo do período fértil).
Isso quer dizer que o ciclo menstrual foi de 25 dias!
Mas não deve fazer a contagem de um só ciclo. O ideal é contar cerca de cinco a seis ciclos para verificar se o tamanho se mantém (o que quer dizer que o ciclo é regular) ou se o tamanho muda a cada ciclo menstrual (ciclo irregular). 

2º PASSO: DETERMINAR A DATA PROVÁVEL DA OVULAÇÃO

Depois de identificar o tamanho do seu ciclo menstrual, está pronta para seguir para o segundo passo, em que vamos calcular qual a data provável para a ovulação.
A ovulação ocorre, por norma 12 a 16 dias antes do final do ciclo. Em média, considera-se que a ovulação acontece 14 dias antes do final do ciclo. Ou seja, para determinar o dia mais provável para a ovulação, teremos que subtrair 14 dias ao tamanho total do ciclo. 

Tamanho do ciclo menstrual - 14 = dia de ciclo em que é mais provável que ocorra a ovulação

Então, considerando o mesmo exemplo do 1º passo (CASO A), em que verificámos que o ciclo tinha 25 dias, teremos que fazer o seguinte cálculo:

25 - 14 = 11
Ou seja, isso quer dizer que o dia mais provável para a ovulação ocorrer é o 11º dia do ciclo menstrual.
Assim, considerando ainda o mesmo exemplo (CASO A), se a menstruação regressou a 17 de Fevereiro (1º dia do novo ciclo),  isso quer dizer que o 11º dia desse ciclo menstrual será o dia 27 de Fevereiro.


3º PASSO: CALCULAR OS DIAS FÉRTEIS

Os dias férteis, ou o período fértil, são os 5 dias que ANTECEDEM a ovulação e o dia SEGUINTE à ovulação. 
Por isso, depois de ter calculado o dia da ovulação terá que subtrair, uma vez mais, 5 dias para determinar qual será o 1º dia do seu período fértil..

Dia da ovulação - 5 = 1º dia do período fértil

Pegando no mesmo exemplo que estamos utilizando neste tutorial (CASO A) se tínhamos determinado que a ovulação ocorria no dia 11º dia de ciclo, teremos que fazer o seguinte cálculo:

11 - 5 = 6

Ou seja, o primeiro dia do período fértil será o 6º dia de ciclo e este prolongar-se-à até ao dia seguinte da data que determinamos para a ovulação, ou seja, até ao 12º dia de ciclo. No caso do exemplo que estamos a utilizar (CASO A), isso significa que, em Fevereiro, o período fértil será entre o dia  22 de Fevereiro e o dia 28 de Fevereiro.

Mas, tendo em conta que, como eu disse no início do 2º passo, a ovulação pode ocorrer 12 a 16 dias antes do final do ciclo menstrual, por segurança, vamos acrescentar dois dias no final destas datas, para darmos uma margem de segurança e termos a certeza de que acertamos nos dias férteis. Assim, vamos considerar que o 1º dia do período fértil será no 6º dia de ciclo e que este se prolongará até ao 13º dia de ciclo, ou seja entre 22 de Fevereiro e 2 de Março.

Para ajudar nos cálculos, podem utilizar a nossa Tabela do Período Fértil!

4º PASSO: SÓ PARA CICLOS IRREGULARES

No caso de ciclos irregulares, o que eu recomendo é o seguinte: considerem o ciclo mais pequeno e o ciclo maior que tiveram nos últimos 6 meses. Considerem que estão no período fértil entre o 1º dia do período fértil do ciclo menor e o último dia do período fértil do ciclo maior. 
Assim, por exemplo, imaginado que, ao verificar o tamanho do seu ciclo, concluiu que teve ciclos entre 27 e 32 dias de duração (CASO B).
Você irá seguir o 2º e 3º passos deste tutorial e encontrar o 1º dia do período fértil do ciclo menor, que é o de 27 dias

ciclo mais pequeno: 27 - 14 = 13

Isso quer dizer que o a ovulação de um ciclo de 27 dias ocorre ao 13º dia de ciclo.

Depois, deve subtrair 5 para poder determinar qual o 1º dia do período fértil:

13º dia de ciclo - 5 dias = 8ª dia de ciclo

O 1º dia do período féritil de um ciclo de 27 dias é o 8º dia de ciclo. 

Depois considere o ciclo maior e determine qual o último dia de período fértil desse tamanho de ciclo. No caso do nosso exemplo para ciclos irregulares (CASO B), para um ciclo de 32 dias teremos que fazer o seguinte cálculo:

32 - 14 = 18

Isso significa que o dia mais provável para a ovulação de um ciclo de 32 dias é o 18º dia de ciclo. Então, o período fértil desse ciclo terminará no dia seguinte, ou seja, no 19º dia de ciclo. 
Pelo sim pelo não, também aqui, vamos acrescentar a nossa margem de segurança de dois dias e considerar que terminará ao 21º dia de ciclo.

Agora, terá que juntar estes dois valores: o 1º dia de período fértil do ciclo menor e o último dia do período fértil do ciclo maior. Isto quer dizer, que no caso deste exemplo que utilizamos de dois ciclos de 27 e 32 dias (CASO B), deve considerar que está no período fértil entre o 8º dia e o 21º dia de ciclo menstrual.

Obviamente, não estará no período fértil durante todo este período. Mas, atendendo a que nunca sabe bem qual vai ser o tamanho do seu ciclo nesse mês, convém jogar pelo seguro e tomar todos esses dias  como o período provável para que possa existir a ovulação!

Boa sorte!

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TER OU NÃO TER O SEGUNDO FILHO? REFLEXÃO

Está indecisa se deve ou não deve ter o segundo filho? Saiba que não está sozinha! Muitas mulheres, neste preciso momento, equacionam exatamente a mesma coisa: será que devo ter mais um filho?

UMA DECISÃO DIFÍCIL: QUERO SER MÃE DE SEGUNDA VIAGEM?

A decisão não é fácil... afinal coexistem mil e uma emoções e aspectos distintos.
Por um lado, a alegria de ter mais um filho, a felicidade de ser mãe novamente, a paixão de ter mais uma pessoa no mundo gerada pelo amor que a une ao seu companheiro. Por outro lado, a responsabilidade de cuidar de mais um bebê, com todas as implicações psicológicas, sociais e financeiras que isso acarreta.

As perguntas fervilham na nossa mente:
- Será que estou pronta para noites mal dormidas outra vez?
- Será que quero me dedicar novamente a um bebezinho?
- Será que sou capaz de cuidar de duas crianças?
- Tenho condições financeiras para o fazer?
- Será que estou jogando fora oportunidades profissionais?

E tantas outras perguntas, certamente!

De facto, há um sem número de aspectos que devem ser pensados e repensados antes de tomar esta decisão!
O casal deve tomá-la em conjunto, depois de refletir seriamente sobre todas as consequências e nunca tomar a  decisão de ânimo leve ou porque o seu filho primogénito pede a toda a hora um irmãozinho.

Vamos refletir sobre alguns destes aspectos juntas?

DAR UM IRMÃO(Ã) AO MEU FILHO OU FILHA

criança mais velha observando bebê com ternuraMuitas de nós têm irmãos...  sabemos como é especial a relação fraternal, laço que liga duas pessoas para a vida inteira. Ter um irmão é ter um apoio, alguém com quem contar, sempre! Por isso, dar um irmão ao seu filho ou filha é muitas vezes a motivação que leva um casal a pensar num segundo bebê. Mas ainda que um irmão seja, de facto, uma mais valia para a maioria das pessoas, é importante pensar bem nas consequências. 
Ser mãe de dois filhos implica não só disponibilidade mental, física e financeira para ter outro bebê mas também a capacidade de dar, simultaneamente, atenção ao primogénito. Lembra da dedicação total que implicou o seu primeiro filho? Pois é! Agora terá dois filhos: um bebê exigindo tanta ou mais atenção do que o primeiro e o seu primogénito, que continuará a precisar da sua ajuda, carinho e cuidados.
Lembra-se do primeiro mês e como tinha que aproveitar todos os momentos em que o bebê dormia para dormir também? Agora vai ter que usar esses momentos para dar atenção ao seu outro filho! Porque este vai continuar a precisar de si!
Já se imaginou entre fraldas, arrotos, choro coordenados com levar à escola, ajudar nos trabalhos de casa, dar banho, preparar refeições? Já imaginou o que será ter noites mal dormidas mas ter que preparar o seu primogénito para a escola, bem cedo pela manhã? Ou ter que ter energia para brincar com o seu primogénito entre as mamadas do seu bebê? Não é à toa que se fala em super-mulheres... 

EQUILÍBRIO FAMILIAR


Ter um segundo filho implicará uma coordenação imensa entre o casal... Queira ou não queira, um outro bebê vai alterar todo o equilíbrio familiar que existe agora. Já tem os horários todos sob controle? Dormem, finalmente, a noite toda de seguida? Pois é: vai mudar tudo outra vez! A rotina familiar vai sofrer uma grande mudança novamente e o papel de cada um dos membros do casal vai alterar-se, uma vez mais. Agora já não será mãe de primeira viagem e sabe bem quão cansativo é cuidar de um bebê nos primeiros meses de vida. Está preparada para passar por tudo isso de novo?
Já para não falar da sua relação com o seu companheiro: é necessário ter tempo para os filhos mas também continuar a ter tempo para a relação, para que continuem a evoluir positivamente, como casal.

A SEMPRE PRESENTE (E IMPORTANTE) QUESTÃO FINANCEIRA


Os tempos que correm não são fáceis para ninguém e, obviamente, um filho acarreta muitas despesas. É claro que vai poder aproveitar muitas das coisas que comprou para o seu primeiro filho. E onde comem três, comem quatro, é verdade, ainda que haja, consequentemente, um aumento de despesa inevitável.. Mas já fez as contas de quanto vai custar o 1º ano de vida do seu bebê? São fraldas e mais fraldas, muitas consultas de pediatria, vacinas fora do plano de saúde (lembra?)... e agora essas despesas serão acumuladas com as outras que já tem com o seu primogénito, como escola, roupas, comida, atividades extra-curriculares...
E daqui a uns anos conseguirá pagar os estudos dos dois filhos, universidade?

 A PARTE BOA DE SER MÃE DE DOIS

Nem tudo serão problemas, claro. Como mãe de segunda viagem terá, certamente, mais calma, experiência e controle para gerir a rotina de um recém nascido... Nem tudo será novidade e saberá muito bem o que a espera e o que deve fazer. Uma mãe mais segura e confiante gera também filhos mais calmos, que choram menos (porque muitas vezes os bebés ficam nervosos porques sentem que a mãe também está).
Será, certamente, muito enriquecedor testemunhar a relação de cumplicidade crescente entre os seus dois filhos e perceber e antever esse laço inquebrável e duradouro que é ter um irmão. Para além disso, um irmãozinho vai fazer bem ao seu primogénito para aprender a partilhar e a saber esperar...
E lembra da sensação de receber um sorriso do seu bebê? Vai ser ainda melhor porque vai poder dividir essa alegria com o seu primogénito.
Muitas mulheres mães de dois filhos revelam que já não se imaginam tendo um só filho e que a recompensa é enorme! São dois sorrisos lindos recompensando todos os dias! Lembra como quando está super cansada, um sorrisinho do seu filho apaga tudo? Agora serão dois sorrisos!

A DECISÃO FINAL

Enfim... é uma decisão difícil, complexa... Se não se sentir preparada para ser mãe de dois, não avance. Cada família tem o seu equilíbrio! Se, por outro lado, está convencida que é seu destino ser mãe de dois, então avance sem medo!
Reflita bem!


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ESTRESSE DIMINUI CHANCES DE ENGRAVIDAR

ESTUDO COMPROVA RELAÇÃO ENTRE INFERTILIDADE E ALTOS NÍVEIS DE ESTRESSE


Nos últimos anos, mais e mais estudos comprovam que o estresse (stress, em português de Portugal) é prejudicial à saúde. Mas agora, um estudo veio também demonstrar que o estresse aumenta as chances de infertilidade.
Este estudo foi dirigido por Cortney Lynch e publicado no conceitado jornal de investigação Human reproduction. Nesta investigação, os autores quiseram saber se os níveis de estresse estavam de alguma forma ligados à infertilidade.
Para conseguirem dar resposta a esta questão, eles seguiram 501 casais do Texas e do Michigan que estavam a tentar engravidar, durante 12 meses. Foi medido um indicador de stress na saliva dessas mulheres. A análise dos dados permitiu concluir que existia 29% menos de chance de engravidar quando os níveis de estresse estavam mais elevados. Impressionante, não?

REPENSAR O ESTILO DE VIDA


A cientista que dirigiu os trabalhos afirmou que isso não significa que devemos todas correr para aulas de yoga para evitar o estresse. Mas, quando um casal está a tentar engravidar há cerca de cinco ou seis meses sem sucesso, deve repensar o seu estilo de vida e verificar se o estresse poderá ou não estar afetando. Caso se sinta estressada, talvez deva pensar numa forma de diminuir os níveis de estresse através de algum programa apropriado.

Segunda os autores do estudo, ainda não foi percebido especificamente como o estresse afeta a fertilidade, ou seja, ainda não perceberam porque é que o estresse em si impede uma gravidez mas comprovadamente existe uma relação!

Ou seja, cada vez se comprova mais que o estilo de vida do casal influencia muito na sua capacidade reprodutiva: o tabagismo, o estress, o sedentarismo e a obesidade são factores comprovadamente associados a um risco maior de infertilidade no casal.

MAS E QUANDO O ESTRESSE É CAUSADO PELA PRESSÃO DE NÃO CONSEGUIR ENGRAVIDAR?


Muitos casais sentem uma pressão enorme quando estão a tentar conceber um filho.
É normal que um casal que tenta engravidar durante alguns meses fique estressado quando verifica que não consegue (apesar de ser normal demorar cerca de um ano a engravidar).
Assim, o estresse (stress, em português de Portugal) é um problema relativamente comum em mulheres que estão a tentar engravidar. O estresse é muitas vezes decorrente da pressão exercida para que a mulher engravide rapidamente. Por vezes, são as próprias mulheres que exercem essa pressão, outras vezes são os seus companheiros/família ou até a própria sociedade.
O estresse, no entanto, vai prejudicar bastante na hora de engravidar. Pode fazer com que a ovulação atrase e, em situações mais limite, pode até fazer com que a mulher não ovule!

PRESSÃO CAUSADA PELA PRÓPRIA TENTANTE


Por vezes é a própria tentante que impõe a pressão. A mulher quer muito engravidar e "exige" que o seu corpo engravide de imediato. O problema é que, como bem sabemos, engravidar pode demorar algum tempo... até um ano, na verdade! Mas quando a mulher vê que não consegue engravidar, mês após mês, começa a pensar se há algum problema com o seu corpo, duvidando dela própria e das suas capacidade reprodutivas. Isso provoca uma imensa pressão!! Porque acha que se ouve tantas vezes dizer 'relaxe que assim vai conseguir engravidar'? Ou porque acha que existem tantos casos de mulheres que não conseguiram engravidar durante anos e anos, depois adoptam um filho, deixam de pensar em engravidar e, daí a uns meses, engravidam?
Por mais difícil que seja, relaxe, e aproveite! Tentar engravidar também é um momento bonito que faz parte do processo de se tornar mãe!

PRESSÃO CAUSADA PELOS COMPANHEIROS


Os companheiros podem, sem querer, exercer uma pressão muito negativa sobre a mulher que tenta engravidar, quer seja quando perguntam a toda a hora se sente algo diferente, ou se questionam a capacidade de gerar um filho por parte da companheira.

O seu companheiro deve refrear os ânimos, ajudar a manter um ambiente positivo e calmo, sem pressões. Quando a menstruação regressa, deve aceitar esse facto como parte do processo normal. E deve proteger a companheira de perguntas e pressões familiares cobrando uma gravidez.
Se demora mais de um ano para engravidar, deve disponibilizar-se para fazer exames, tal como a companheira fará. Afinal o problema poderá residir em qualquer um dos dois.

um estudo comprovou que o estresse pode aumentar as chances de infertilidade

PRESSÃO EXERCIDA PELA SOCIEDADE


A sociedade por vezes também é culpada desta pressão exercida sobre quem quer engravidar. Quantas vezes já lhe perguntaram 'ainda não tem filhos?' com um tom reprovador? Ou quantas vezes a sua família e amigos lhe disseram que estava na hora de ter filhos?

Todas essas interpelações, por muito bem intencionadas que sejam, geram estresse (stress, em português de Portugal), geram pressão! 
Proteja-se desse tipo de comentários. Pense muito bem a quem vai dizer que está a tentar engravidar para não ter que responder a perguntas que a vão deixar stressada!

Tente relaxar. Tente perceber e aceitar que engravidar pode demorar algum tempo, mesmo! 

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DICAS PARA AUMENTAR A FERTILIDADE FEMININA

Já todas sabemos que a alimentação pode desempenhar um papel fundamental na fertilidade quer do homem, quer da mulher. Já demos algumas dicas de fertilidade para os homens em Dicas para aumentar a fertilidade masculina, com as quais pode aumentar as suas chances de engravidar,
Agora chegou a nossa vez!
Através da alimentação também podemos encontrar formas de aumentar as nossas chances de engravidar! Alguns alimentos ajudam na ovulação, por exemplo, ou na fecundação!
Sabia que os alimentos que têm baixo índice glicêmico como pão e cereais integrais, aumentam as chances de existir fecundação do óvulo? Pelo contrário, os alimentos que têm alto índice glicêmio - como o arroz branco e o pão tipo francês - atrapalham o encontro entre o óvulo e o espermatozóide!!
Quando uma mulher pretende engravidar deve privilegiar, na sua alimentação diária, as fontes de origem vegetal, como as presentes em feijões, no tofu e nas nozes. Esse tipo de proteína favorece a ovulação. Alguns estudos sugerem que as gorduras poliinsaturadas, presentes nos óleos de soja e canola, protegem o aparelho reprodutor feminino! Já a gordura trans é uma inimiga notória da ovulação!!

DICAS: 
    o que incluir na alimentação para aumentar a fertilidade e o sucesso da fecundação.
  • Consuma alimentos ricos em vitamina B6 (carnes de aves, peixes, fígado, ovos, grãos de soja, aveia, produtos com trigo integral e nozes), pois estudos comprovam a eficiência dessa vitamina no controle hormonal e na diminuição dos sintomas da TPM; 
  • Alimentos integrais e nozes possuem vitamina E, que aumenta a motilidade dos espermatozóides e auxilia o desenvolvimento de uma placenta mais saudável (diminui riscos de aborto); O zinco (presente nas carnes, cereais integrais, fígado, frutos do mar, amêndoas), é um dos minerais mais importantes para a função reprodutiva, pois atua de forma direta sobre os hormônios  (hormonas, em Português de Portugal) sexuais, estimulando a fertilidade.; 
  • Procure aumentar o consumo de vitamina C (acerola, laranja, limão, goiaba, kiwi, brócolis, rúcula e pimentão), pois esta vitamina atua na função ovariana e no desenvolvimento dos óvulos e nos homens regula a produção de espermatozóides; 
  • Os bioflavonoides fortalecem o útero para implantação do embrião, está presente em vegetais como brócolis, repolho e pimentão verde. Também se encontra nas uvas, laranja, tomate e vinho tinto; 
  • Estudos comprovam que há uma relação direta entre sensibilidade ao glúten e desordens reprodutivas na mulher, para isso é importante que essa intolerância seja diagnosticada e controlada;  
  • Também evite outros poluentes ambientais como o bisfenol A. Essa substância contida em embalagens plásticas pode passar para alimentos principalmente em altas temperaturas. Por isso evite consumir alimentos quentes ou aquecê-los em recipientes plásticos. O bisfenol A está relacionado com a diminuição da contagem de espermatozóides e piora da qualidade do esperma e em mulheres com a piora da fertilidade e irregularidades do ciclo menstrual;
  • Para garantir uma boa função reprodutora, diminua o consumo de carboidratos refinados (açúcares), pois estes alimentos são pobres em vitaminas e minerais.

E não se esqueça de calcular corretamente o seu período fértil:
Período Fértil explicado tim-tim por tim-tim
Tabela do Período Fértil

Consulte a lista completa de artigos do blog e encontre a informação de que necessita mais rapidamente!
LER O ARTIGO COMPLETO ►

A MINHA OPINIÃO SOBRE O 'DEIXAR NAS MÃOS DE DEUS'

Hoje quero falar sobre o 'deixar nas mãos de Deus'.

Em primeiro lugar, antes de escrever seja o que for, deixem-me dizer que sou crente e que acredito que Deus vela por todos nós.
Dito isso, quero hoje fazer um desabafo:
Muitas vezes, nas milhares de mensagens que recebo, nas redes sociais e até em fóruns sobre gravidez, leio posts de meninas que estão tendo algumas dificuldades para engravidar e, em vez de tentar descobrir o problema ou de tratá-lo (porque algumas até já sabem qual é o problema) dizem : 'vou deixar nas mãos de Deus'.

O que elas querem dizer com o 'deixar nas mãos de Deus' é que não vão fazer nada. Não vão tentar descobrir o problema. Não vão tentar tratá-lo. Isso me deixa extremamente triste. Porque se já sabem que há um problema e não vão fazer nada, isso significa que tudo vai continuar da mesma forma. Nada se vai alterar.
Por isso, hoje, queria deixar aqui uma mensagem para essas mulheres. Se você é uma delas, por favor, leia com muita atenção:

Será que isso é que é deixar nas mãos de Deus? Será que é isso que Deus quer? Que você não faça nada? Não terá sido a voz de Deus que te soprou no ouvido para ir no médico, fazer exames? Não terá sido a mão de Deus que te levou no médico e que indicou todos aqueles tratamentos? Não esqueça que Deus nos deu um enorme presente: a ciência, o conhecimento, para nos tornarmos melhores. Não podemos desperdiçar essa grande dádiva!!

Deus opera de muitas formas: já pensou que Deus pode estar mostrando um caminho, uma saída?

Se você está tendo problemas para engravidar, não tenha medo de tentar um tratamento. Deus oferece esperança com todos esses conhecimentos da ciência moderna. Vá no médico com o seu companheiro para que os dois possam fazer exames; descubram qual é o problema! Façam os tratamentos! Isso sim, será 'deixar nas mãos de Deus': do Deus que te carregou no colo até aquela clínica, do Deus que inspirou médicos e investigadores a descobrir o tratamento para aquele problema específico, do Deus que, todos os dias nos incentiva e nos dá força para continuar.

Deixe nas mãos de Deus mas da forma certa! E que Deus a abençoe!


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ESQUECI DE TOMAR A PÍLULA... POSSO ENGRAVIDAR?

"Esqueci de tomar a pílula... Posso ter engravidado?" Acreditem ou não, esta é uma das questões mais colocadas aqui no ficargravida.com!

PÍLULA

A pílula anticoncepcional é um método contraceptivo extremamente eficaz. Mas há que respeitar uma toma regular: isto é, a pílula deve ser tomada todos os dias, mais ou menos no mesmo horário (ou seja, à mesma hora).

ESQUECIMENTO DE MAIS DE 12 HORAS PODE SIGNIFICAR PERDA DE EFICÁCIA

Sempre que esquecemos uma pílula, se tomarmos o comprimido esquecido nas 12 horas seguintes após o horário da toma, a pílula mantém o seu efeito e não há risco de gravidez.

É essa a razão que leva muitos ginecologistas a aconselhar a toma da pílula no café da manhã... caso haja um esquecimento, ainda temos 12 horas durante esse dia para nos lembrarmos de tomar o comprimido esquecido.

Assim,por exemplo, caso a gente se esqueça de tomar a pílula às 8:00 horas, no café da manhã, temos até às 8 horas da noite para tomar a pílula esquecida. Se a tomarmos dentro deste prazo, os efeitos da pílula mantêm-se.

Se passar esse período de 12 horas, então a pílula pode perder a sua eficácia e há risco de gravidez.
O esquecimento é tanto mais grave quanto mais perto for da 1ª pílula da cartela (especialmente se for durante a 1ª semana de toma). 
Se for esse o seu caso e se você teve relações sexuais durante essa semana, deve consultar um médico o mais rapidamente possível.

Mas, por segurança, sempre que a gente se esquece de tomar uma pílula, deve optar por por usar outros métodos de barreira, como o preservativo (ou camisinha) até à menstruação. 

Fale com o seu ginecologista sobre esses esquecimentos e peça conselhos sobre o que fazer caso isso aconteça... Até porque os procedimentos serão diferentes de acordo com a duração da sua pílula (há cartelas de 21 ou de 24 comprimidos e outros esquemas): pode ser que o seu médico recomende continuar a pílula ou interromper a pílula e esperar a menstruação.

E lembre-se: 
  • a pílula não protege de doenças transmissíveis como a AIDS.
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APRENDER A CONTAR O CICLO CORRETAMENTE

Continuo recebendo muitas mensagens de meninas que não sabem contar o ciclo menstrual. Contam só  os dias após a menstruação ou, então,  acham que o ciclo é só a altura em que estão com a menstruação, mesmo.
Mas saber contar o ciclo é essencial para poder determinar a sua ovulação e o seu período fértil.
Por isso hoje vou explicar tudo bem devagarinho para que todo o mundo possa entender.

O 1º DIA DE CICLO É O 1º DIA DA MENSTRUAÇÃO

É isso mesmo! O seu primeiro dia de menstruação é o primeiro dia do seu ciclo menstrual. Muitas meninas pensam que só se começa a contar o ciclo após a menstruação. Mas a verdade é que o primeiro dia do seu ciclo é mesmo o primeiro dia em que começa a ter perdas de fluxo de sangue.

COMO CONTAR O CICLO

Para saber quantos dias tem o seu ciclo, você deve contar quantos dias passam entre o 1º dia de ciclo e o dia anterior ao regresso da menstruação. Assim, imaginando que a sua menstruação veio no dia 7 de janeiro e  voltou novamente a 5 de fevereiro. Você deve contar quantos dias passam entre 7 de janeiro e o dia anterior ao regresso da sua menstruação, ou seja, 4 de fevereiro. Neste caso, são 29 dias. Então isso quer dizer que o seu ciclo é de 29 dias.

Não se pode contar com o dia do regresso da menstruação porque esse será o primeiro dia do ciclo seguinte.
Veja a tabela para tornar a contagem ainda mais clara:

Dia do Mês
Dia do Ciclo
7 janeiro
1º dia de ciclo
8 janeiro
2º dia de ciclo
9 janeiro
3º dia de ciclo
10 janeiro
4º dia de ciclo
11 janeiro
5º dia de ciclo
12 janeiro
6º dia de ciclo
13 janeiro
7º dia de ciclo
14 janeiro
8º dia de ciclo
15 janeiro
9º dia de ciclo
16 janeiro
10º dia de ciclo
17 janeiro
11º dia de ciclo
18 janeiro
12º dia de ciclo
19 janeiro
13º dia de ciclo
20 janeiro
14º dia de ciclo
21 janeiro
15º dia de ciclo
22 janeiro
16º dia de ciclo
23 janeiro
17º dia de ciclo
24 janeiro
18º dia de ciclo
25 janeiro
19º dia de ciclo
26 janeiro
20º dia de ciclo
27 janeiro
21º dia de ciclo
28 janeiro
22º dia de ciclo
29 janeiro
23º dia de ciclo
30 janeiro
24º dia de ciclo
31 janeiro
25º dia de ciclo
1 fevereiro
26º dia de ciclo
2 fevereiro
27º dia de ciclo
3 fevereiro
28º dia de ciclo
4 fevereiro
29º dia de ciclo
5 fevereiro
1º dia de ciclo (do ciclo seguinte)


Outro exemplo:
Se a sua última menstruação foi  no dia 23 de novembro e a menstruação regressou a 19 de Dezembro, então o seu ciclo menstrual tem 26 dias. 
Perceberam?

Não esqueçam de verificar se o mês tem 30, 31 (ou 28/29 no caso do mês de Fevereiro) dias para fazer os cálculos corretos.

Assim  que você determinar qual é o tamanho do seu ciclo, pode consultar a tabela do período fértil do FicarGravida.com e verificar quando, previsivelmente, será o seu período fértil e a sua ovulação!


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TABELA DO PERÍODO FÉRTIL

Elaborei, para as leitoras do FicarGravida.com, uma tabela fácil de consultar para que possam calcular o período fértil e ovulação facilmente! Para começar a usar, basta saber o tamanho do seu ciclo menstrual!

Se não sabe (ou não tem a certeza) de como se conta o tamanho do seu ciclo leia:

Identificar o tamanho do ciclo menstrual

(não esqueçam que o ciclo menstrual começa no primeiro dia da menstruação e acaba no dia anterior ao regresso da menstruação seguinte!! O 1º dia de ciclo é o 1º dia da menstruação.)

Esta tabela aponta qual o dia mais provável da ovulação, período em que a ovulação deve ocorrer e qual o período fértil.
Você já sabe que o período fértil começa cinco dias antes da ovulação e termina um dia depois!

Espero que a tabela a ajude!
Nunca é demais dizer que, se não está a pensar engravidar, estes não são métodos seguros para evitar uma gravidez porque existem desregulações de ciclos e ovulações Use um método contraceptivo realmente eficaz!

Tamanho do ciclo
Dia mais provável de ovulação
Ovulação pode ocorrer entre
Período fértil
23 dias
9º dia de ciclo
7º e 11º dias de ciclo
Entre o 4º e o 12º dia de ciclo
24 dias
10º dia de ciclo
8º e 12º dias de ciclo
Entre o 5º e o 13º dia de ciclo
25 dias
11º dia de ciclo
9º e 13º dias de ciclo
Entre o 6º e o 14º dia de ciclo
26 dias
12º dia de ciclo
10º e 14º dias de ciclo
Entre o 7º e o 15º dia de ciclo
27 dias
13º dia de ciclo
11º e 15º dias de ciclo
Entre o 8º e o 16º dia de ciclo
28 dias
14º dia de ciclo
12º e 16º dias de ciclo
Entre o 9º e o 17º dia de ciclo
29 dias
15º dia de ciclo
13º e 17º dias de ciclo
Entre o 10º e o 18º dia de ciclo
30 dias
16º dia de ciclo
14º e 18º dias de ciclo
Entre o 11º e o 19º dia de ciclo
31 dias
17º dia de ciclo
15º e 19º dias de ciclo
Entre o 12º e o 20 dia de ciclo
32 dias
18º dia de ciclo
16º e 20º dias de ciclo
Entre o 13º e o 21º dia de ciclo
33 dias
19º dia de ciclo
17º e 21º dias de ciclo
Entre o 14º e o 22º dia de ciclo
34 dias de ciclo
20º dia de ciclo
18º e 22º dias de ciclo
Entre o 15º e o 23º dia de ciclo
35 dias de ciclo
21º dia de ciclo
19º e 23º dias de ciclo
Entre o 16º e o 24º dia de ciclo
Acima de 36 dias ou abaixo de 23 dias
Consulte o seu ginecologista para regular o seu ciclo menstrual.




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JÁ PENSOU EM CONGELAR OS SEUS ÓVULOS?

Você já pensou alguma vez em congelar os seus óvulos?
Muitas clínicas de fertilidade oferecem essa possibilidade hoje em dia...  Mas os especialistas não são unânimes: muitos afirmam que não há ainda garantias de que após a descongelação o óvulo possa gerar uma gravidez. As clínicas de reprodução,no entanto, garantem que as chances de uma gravidez a partir de um óvulo congelado são já de 40% e que, num futuro próximo - com a evolução rápida do conhecimento que se tem registado nesta área - a percentagem poderá ser muito superior.

Nem todas as mulheres têm consciência das situações em que pode ser usado este procedimento.

PARA QUE SERVE O CONGELAMENTO DOS ÓVULOS?

Na verdade, há várias situações em que as mulheres podem pensar em congelar os seus óvulos:

  1. Quando a mulher pretende preservar a sua fertilidade;
  2. Quando a mulher vai ser sujeito a algum tratamento (como quimioterapia e radioterapia, por exemplo) que pode ter implicações na sua fertilidade
  3. Quando há um historial familiar de menopausa precoce;

1- QUANDO A MULHER PRETENDER PRESERVAR A SUA FERTILIDADE

Hoje em dia, muitas mulheres dedicam os anos mais férteis da sua vida (18 aos 28 anos) à sua carreira profissional, adiando a maternidade. No entanto, após os 35 anos a capacidade reprodutiva da mulher diminui consideravelmente. A razão é simples: a mulher não produz novos óvulos: ela nasce com todos os óvulos que terá disponíveis durante a sua vida. Ao longo do tempo, esses óvulos vão perdendo qualidade e deixam de poder gerar uma gravidez com sucesso. Congelar óvulos pode ser uma forma de adiar a maternidade até mais tarde, preservando todas as qualidades dos seus óvulos no momento da recolha. É uma forma de preservar as características do óvulo que, a partir daquele momento, não envelhece mais. Por exemplo, uma mulher pode decidir recolher os seus óvulos com 28 anos e congelá-los para poder usá-los dez (ou mais) anos depois, para gerar uma gravidez com sucesso.
Congelar os óvulos também pode ser uma opção quando, por exemplo, uma mulher com cerca de 35 anos ainda não encontrou o seu par ideal e pretende preservar a sua fertilidade para poder ser mãe mais tarde.

2- QUANDO A MULHER VAI SER SUJEITA A ALGUM TRATAMENTO

A quimioterapia e a radioterapia afetam a capacidade reprodutiva da mulher. Por isso, muitos oncologistas, quando tratam mulheres em idade fértil, sugerem o congelamento dos seus óvulos.
Estes tratamentos, por vezes, provocam infertilidade ou menopausa precoce. Pode ler mais sobre este assunto no site da Liga Portuguesa contra o Cancro.

3- QUANDO HÁ UM HISTORIAL FAMILIAR DE MENOPAUSA PRECOCE

Se uma mulher tem na família alguns casos de menopausa precoce, isto é, mulheres que entram muito cedo em menopausa, o congelamento de óvulos pode ser uma solução que permita a essas mulheres ter um filho numa idade mais tardia.

CONTROVÉRSIA

Ainda há muita controvérsia sobre esta matéria mas a verdade é que mais e mais clínicas oferecem este serviço. OS próximos anos serão cruciais para esclarecer alguns pontos sobre o assunto.

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